Planetas nos signos finais do zodíaco
No céu planetário podemos observar nesses dias a presença de vários planetas pessoais e geracionais ocupando os signos finais do zodíaco: Capricórnio, Aquário e Peixes ( com exceção de Urano que está em Touro).
O que podemos depreender desse forte posicionamento? Considerando a natureza evolutiva da estrutura zodiacal, seria mais óbvio entender ou afirmar que a humanidade como um todo é a estaria agora no auge de seu potencial evolutivo, num movimento inexorável de crescimento e expansão de suas potencialidades, sob vários ângulos, econômicos, sociais, culturais, humanitários, espirituais, etc. Mas não é essa a realidade, bem ao contrário.

De forma oposta, vemos hoje a fragilidade ou a precariedade de existência humana, o planeta sendo atacado por aqueles que deveriam protegê-lo, e que ao cabo e ao fim só querem mesmo dominar os mais fracos, submeter todos a uma tirania de controle. Desde o que o mundo existe essa é a premissa que norteia o destino humano, em qualquer lugar do nosso planeta.
O establishment, que opta por vender o medo da morte, é o que acaba funcionando como um espesso amálgama psíquico, que funde tudo e todos numa visão única e possivelmente distorcida da realidade. Com esse pânico em mente pensamos muito mal, o discernimento nos abandona, somos levados por decisões equivocadas, e as neblinas psíquicas invadem nossa alma. Onde está a verdade afinal?
O Sol se encontra no signo de Peixes, um arquétipo aquático da origem da vida, o grande oceano zodiacal para onde todos os rios e todas a águas correm. Ele vai caminhando para seu encontro com Júpiter, que por sua vez irá abraçar o seu regente natural, o planeta Netuno, o senhor e regente deste signo que representa o fim e o início de um novo ciclo. Poseidon para os gregos era o grande útero da Mãe natureza, de onde emerge toda a vida.
Ao que aparece, em nosso inconsciente coletivo estão fortemente constelados símbolos do fim, do colapso de valores e da vida na Terra, em que a Torre de Babel já está desmoronando.
Mas quero crer que não estamos vendo o fim do mundo, mas sim o fim de UM mundo que já se esgotou, insustentável em si mesmo, e que irá trazer surpreendentes novidades com a verdadeira expansão da consciência humana em direção a outros patamares mais levados e ainda desconhecidos. Aguardemos!
Diz o filósofo Nietzsche em sua obra: Aquilo que não me destrói, me fortalece.

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