Previsão para 2014: Vibração das Runas para o Ano

Publicado por Laura Apoteker

Entraremos o ano sob a influência da sétima runa chamada Geb, que significa o Amor que une os corações. Duas linhas entrelaçadas que simbolizam as uniões, dois caminhos, o laço e o encontro. Duas linhas que indicam duas personalidades, duas forças que se encontram, se cruzam, porém continuam nitidamente distintas, preservando cada uma a sua individualidade. Desta forma nos ensina que o respeito às diferenças de cada parte é importantíssimo em todas as uniões.

Gebo simboliza o Amor como tem que ser, na sua forma mais que perfeita, incondicional; representa um ato espontâneo e voluntário de entrega a um ideal. Revela a lei de causa e efeito, ou seja ” tudo aquilo que recebemos é diretamente proporcional aquilo que damos ou fazemos”.

Sétima runa: Gebo
Sétima runa: Gebo

Na tradição nórdica, ensinava-se que Gebo manifestava a sorte atraída por atos de generosidade. O costume de cruzar os dedos para atrair boa sorte originou-se da forma dessa runa. Sua forma é uma cruz em movimento, um antigo símbolo solar, alquímico e mágico da união mística entre o céu e a terra. Gebo representa a conexão entre os homens e as trocas energéticas entre quem dá e quem recebe. Por isso, devemos prestar muita atenção na lei da compensação, para que nossas atitudes, sentimentos ou nossos padrões mentais não provoquem desequilíbrios desnecessários.

A palavra Gebo significa presente. Cuidado com o que pedimos. Não nos esqueçamos que essa é uma via de mão dupla.

O desafio dessa runa é assumir as consequências das próprias ações, pois tudo aquilo que recebemos, exige de nós uma retribuição.

A palavra-chave é Generosidade. Se não tivermos o que repartir, devemos, pelo menos, agradecer pelo que temos. Essa runa está ligada aos trabalhos comunitários e voluntários. Gebo é regida por Vênus, e por estar ligada ao cuidado com a Terra, pede que se recicle tudo que pudermos, para evitarmos o desperdício, valorizando o que já se conquistou.

Curvemo-nos à Vontade Divina que habita em cada um de nós. Vamos libertar nosso chakra cardíaco do medo que o atrofia. Vamos liberar o Amor que carregamos dentro do peito. Exercitemos a humildade que nos engrandece, pois a arrogância, nada mais é que o disfarce daqueles que se sentem fracos e impotentes. Por fim, coroemos com a gratidão.

O sentimento de agradecer constantemente desperto inclui mais que tudo aqueles que nos magoaram. O perdão ainda nos conecta com a arrogância, mas a gratidão implica no entendimento de que tudo que nos acontece é para o nosso aprendizado. Ninguém é culpado, somos todos co-responsáveis. Vamos liberar o ato de julgar e criticar o outro. A compreensão da nossa imperfeição e da do outro nos permite um olhar muito mais amoroso e receptivo.

Vamos exercitar o ato de elogiar. Ao fazermos isso, despertamos em nós e no outro o desejo de ser cada vez melhor. Vamos cantar, vamos dançar, vamos orar e nos entregar à devoção mais pura com o coração absoluto e a certeza que somos todos um com o todo. Nesse estado de transe do coração, quem sabe, possamos nem que seja por um momento apenas, tocar esse amor gigantesco que nos faz pulsar e sentir o verdadeiro êxtase da existência.

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