Previsão para 2008: Cartas para o Mundo e para o Brasil

Publicado por Bete Torii

Para o mundo ocidental cristão (e o calendário mundial oficial), este é o ano 2008, portanto está ligado ao arcano 10, Roda da Fortuna (2+0+0+8 = 10). O número 10, por sua vez, pode ser reduzido a 1, o Mago.

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Podemos imaginar, sob esses símbolos, que o mundo estará frente a evidência de que os ciclos se sucedem e a roda da história humana gira, levando alguns povos/ situações ao apogeu e outros à ruína. Esse é o clima geral. Por dentro dele haverá tentativas de conjurar “mágicas” com a intenção de controlar os elementos, ou de fazer prestidigitação com os dados (sobre os elementos, i.e., o clima) nas mesas de discussão sobre o meio ambiente.

Para o Brasil, nascido em 1500 para o mesmo mundo ocidental cristão, este será o ano 508 e, portanto, estará ligado ao arcano 13, Sem Nome (5+0+8= 13). Este, por sua vez, pode ser reduzido ao 4, o Imperador.

Uma possibilidade para este ano é que o Brasil estará fazendo ou sofrendo cortes, finalizações, colheitas e transformações que resultarão em (ou serão limitadas por) uma organização do “reino” sob regime estável e autoridade forte.

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É possível comparar esse interessante quarteto de cartas de duas formas:
Se compararmos os arcanos obtidos com a primeira redução do número do ano – A Roda para o mundo e A Morte para o Brasil – veremos que a energia básica, em cada um dos casos, é impessoal e muito “maior” e mais poderosa

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do que a energia do arcano que representa a redução final do número.

No entanto, esse segundo arcano – O Mago para o mundo e O Imperador para o Brasil – parece indicar a atitude humana que pode fazer face à energia do primeiro, ao menos temporariamente, pois, embora “menor” e do âmbito humano, é também muito forte. E ambos os arcanos da direita consideram (olham ou confrontam) o que está à esquerda; não se tratará de atitude desavisada ou desconectada do que ocorre ao redor.

Se compararmos o par superior com o inferior, será muito interessante observar que as duas cartas tiradas para o mundo parecem lidar mais com o que está “no ar” (na atmosfera?); a ênfase de ambas as cartas parece se situar na sua metade superior, e o “tempo” das cartas parece ser o presente com uma certa expectativa com relação ao futuro.

Já as duas cartas tiradas para o Brasil se referem bastante à terra, ao chão, às riquezas deste nosso solo e ao que é cultivado e organizado nele; enquanto o “tempo” tem alguma referência ao passado: romper com ele e transformar o que já cumpriu seu ciclo, ou manter e estabilizar uma herança.

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