O Brasil, no próximo trimestre, precisará ter um certo cuidado com o excesso de confiança.
A miopia de que haverá necessariamente firmeza e harmonização poderá conduzir o país à excessiva esperança, fomentando no povo a realização de gastos exagerados.
A trama será tecida de modo a manter para a população brasileira essa faceta de segurança e estabilidade, porém não é bem isso que se apresentará nos primeiros três meses.
A mídia nutrirá no povo a ideia batida de “País do Futuro”, porém, sob essa tela excessivamente dourada serão observadas parcerias e contratos com organismos internacionais algo duvidosos.

Governo Dilma
Aproveitando a imagem positiva de Lula entre o povo, Dilma se beneficiará dessa onda positiva para logo de cara anunciar medidas econômicas consideradas positivas para o país. O zoom da bem aventurança brasileira chegará aos nossos olhos pela mídia, inclusive tingido de ideais nada econômicos, como a questão da Copa e das Olimpíadas.
Esperemos por um governo maquiado, bem ao gosto de décadas passadas. Prosseguiremos “deitados em berço esplêndido”.
O resultado de financiamentos junto a grandes potências e a pressa e a expectativa atormentada de progresso e glamour podem de novo nos meter em dívidas bem como restrições econômicas, assoberbando os juros como um todo.

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