Previsão para 2014: A emersão dos conflitos

Publicado por Ana Carolina Esteves

O Carro
O Carro
Tarot Sharman Caselli

Em 2013 (regido pelo arcano VI – Os Enamorados) tivemos o ano das decisões. Ano este que nos forçou a escolher direções que, consequentemente, nos fizeram perder e/ou ganhar no jogo da vida.

Agora, em 2014, ainda sob o reflexo das decisões tomadas, entramos no arcano do VII (O Carro), no qual sentimos mais fortemente os resultados de nossas escolhas recém-passadas. Neste ano, sentiremos na pele as energias conflitantes que nos forçarão a usar nossos instintos agressivos.

Não podemos “escolher um lado” e será preciso usar o instinto agressivo com consciência, de modo a buscar a harmonia. Obviamente, não será uma tarefa fácil, tendo em vista que o ser humano tem a tendência de “escolher um lado” ou desistir de agir, ao invés de trabalhar com o equilíbrio.

E como lidar com energias tão poderosas e tão opostas sem desistir ou abrir mão de uma dessas contraditórias energias? O próprio número 2014 nos dá essa resposta através dos arcanos 2 (A Sacerdotisa), 0 (O Louco), 1 (O Mago) e 4 (O Imperador).

A Sacerdotisa pelo artista Rafael Arjona; O Louco, por Anderson Almeida; O Mago no Tarot Carbônico e O Imperador no Easy Tarot
A Sacerdotisa pelo artista Rafael Arjona; O Louco, por Anderson Almeida; O Mago no Tarot Carbônico e O Imperador no Easy Tarot

Avaliando essa composição de arcanos, posso afirmar que devemos atentar ao nosso interior, usando e abusando de nossa intuição, sem receio. Com isso, podemos ousar destemidamente, experimentando novas emoções e sensações, sem perder o controle. Essa é a receita “mágica” para iniciar e seguir em 2014. Difícil? Sim! Impossível? Nunca! Afinal, ao arcano do Carro já nos diz que teremos um ano onde nossa personalidade atuará fortemente, ajudando a lidar com toda e qualquer consequência que nos aguarda.

Somos, em nossa essência, compostos de contrariedades (bom/mal, certo/errado). 2014 nada mais será do que o ano em que essas oposições estarão expostas e seremos obrigados a encará-las de frente, superando o desafio de escolher um lado e, se bem sucedido, aprendendo que tudo se torna mais claro e fácil quando trabalhamos com essas energias de modo harmonioso, sem deixar que uma domine a outra e sem negar uma dessas energias (porque podemos fingir que certas energias não existem em nós – geralmente optamos por esconder ou camuflar as energias consideradas “ruins”). O fato é que esse ano, não podemos fugir! Precisamos nos encarar de verdade para evoluir e seguir a jornada da vida.

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