Análise de dezembro de 2009: Sem que os esforços de esportistas do sexo masculino sejam desfavorecidos, o arcano promete mais conquistas entre as mulheres. Por si só, isso pode significar a impossibilidade de nossa seleção de futebol garantir mais um caneco na próxima Copa. Por um lado, pode sugerir grandes frustrações; por outro, a chance de corrigir erros infantis para que não se repitam numa próxima competição. O Brasil precisará dar tudo de si para jogar seu famoso “futebol arte”. [confira]

Tarot de Robert M. Place
Diante do ano da Imperatriz, não tivemos uma Copa com destaque para os times que tradicionalmente sempre alcançaram semifinais (ou finais) do torneio, como poderíamos esperar de Argentina, Brasil, Itália e França. Ao contrário, chegamos com dois times que poderíamos considerar “quase uma zebra”, como foi o caso da Holanda e Espanha. Duas equipes com forte apelo feminino (torcidas e culturas). Em ambas as torcidas (não esquecendo outras importantes), mulheres bonitas fizeram frente, ganhando inclusive destaque na mídia. Nada poderíamos esperar de diferente, já que é um ano onde a beleza tem seus privilégios. No entanto, essa mesma beleza não foi revelada pelo futebol de uma grande maioria (a maior parte do tempo), revelando um campeonato mediano, com poucos gols e com muitos técnicos estressados, irreverentes, mal educados e soberbos. Enfim, não foi uma vibração que pudesse ajudar esportistas do sexo masculino (e nem seus representantes).
O Brasil, infelizmente, ao invés de ser guiado pela confiança mútua (e espírito de equipe), deixou-se levar pelos arroubos de um técnico “a la Imperador com pitadas de O Carro” (nosso “anão” Dunga) transmitindo a toda equipe uma tensão que
acabou transbordando em campo, surpreendendo inclusive aqueles que viam no “educado, religioso, simpático e disciplinado” Kaká um comportamento sequer esperado (tudo relacionado a ações infantis, impensadas). Considerando que todos somos humanos e ninguém “tem sangue de barata”, é complicado ceder a provocações durante o maior campeonato esportivo da face da Terra – só chegam lá os grandes estrategistas e os fortes (e também os pacientes).
Enfim, a derrota do Brasil para a Holanda é um claro sinal que ser fleumático é bem melhor do que ser afoito, principalmente num ano da Imperatriz. Aqueles que vieram jogando com “a espada desembainhada” (valendo-se da força e violência) caíram um a um, e a última equipe (Holanda) provou isso, pois quis jogar cometendo faltas graves em cima da tecnicidade e destreza espanhola. Merecidamente, a Espanha (cuja simbologia é bem feminina) conquistou o campeonato de 2010 no continente africano (a Mãe África, outra simbologia relativa à Imperatriz), legando-nos uma velha lição de que “devagar se vai ao longe”. Vamos aguardar 2014 (cujo arcano será o 7, “O Carro”) e o evento que aqui ocorrerá, cobrando de nossa equipe uma vontade e determinação que nada poderá intimidar.
Para nós, tarólogos, a lição veio do “Polvo Profeta”: não é preciso possuir muito cérebro para ser certeiro nas previsões. A adivinhação ganhou mais destaque entre os animais do que entre seres humanos – uma outra simbologia a ser extraída do ano da Imperatriz, onde a natureza e todas as formas de vida ganham maior evidência.
Boa sorte em 2014, nos vemos lá!

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