Quero aqui fazer uma reflexão sobre o referencial de mensagem desta carta, dentro do contexto do “Julgamento Final” sobre o resultado das urnas, na condição julgatória dos eleitores; a situação manipuladora das forças políticas partidárias regidas por grandes Marketeiros. “Quem venceria? Aquele candidato que realmente atente à vontade (mais expressível) do eleitor, ou aquele candidato que “vendeu” melhor a sua imagem de Campanha para o público eleitor.
Esse tema não deixa de ser polêmico, e bem adequado ao tema: “Julgamento de uma nação”

Tarô Mitológico
e, também ao período em que atravessamos em nossa vida pessoal, uma fase de “Julgamento interior”, ou mesmo de grandes transformações (situações afetivas e existenciais, ou virada total na vida profissional).
Um dos Países mais populosos do mundo está na reta final do grande dia do segundo turno, onde o povo mais uma vez exerce a prática da “Cidadania”…
O “eleitor”, peça que compõe os “peões” deste Xadrez… sempre manipulado por ideologias e extratégias de campanhas pela disputa do “Poder”; e membro de uma grande massa, que vive o jogo da política: disputas para assumir o poder de governar ou administrar “uma Grande Nação”, no ranking destaque entre os Gigantes do Mundo Globalizado, e das Potências Econômicas Mundiais.
No país do Carnaval, do Futebol, da Copa do Mundo, do Petróleo, do Etanol, poucos se dão conta que vivemos na corrida maluca da “Sociedade de Consumo”, onde o mundo gira em torno das imagens geradas pela mídia, ou o poder de comunicação de massa: a Televisão, O Jornalismo, o Modismo, a internet, e todo aquele desejo de “consumo” da população.
E como não pensar no “eleitor” que pensa a política de forma muito limitada, onde o seu voto é direcionado para aquele que vai lhe garantir “o sonho da casa própria”, “a promessa de um cargo público”, ou qualquer outra forma de troca de interesses conhecidas pelas promessas assistencialistas; e o pior de tudo é a “ignorância” ou “cegueira social”. Que consegue apostar de forma inconseqüente, como se tudo fosse uma brincadeira ou palhaçada.
Afinal, a sociedade de consumo precisa se nutrir das opções de “espetáculos” oferecidos pelas emissoras de TV. E, os marketeiros políticos sabem bem disso, na hora de planejar as campanhas de seus clientes “candidatos”. E o povo consome, acredita e elege “aquele” que mais se identifica com o seu perfil ideológico.
Vamos ter um “resultado”, e o grande Árbrito é o povo, com o seu “voto”. Será que o “povo” pensa mesmo no “valor real” desse instrumento que vai decidir os “ganhadores”… aquele que terá o direito adquirido de exercer o seu papel, e garantir o “Poder”.
Vivi o período de Ditatura da década de 70, aprendi muito e tenho a a percepção de que realmente muita coisa mudou…
Não quero opinar sobre quem vai ganhar ou perder… apenas deixo o meu parecer sobre esse grande tema.
E, porque não refletir sobre o nosso “Julgamento” interior, e encarar nossos conflitos internos, conviver melhor com nossas angústias e frustrações. Acreditar mais no nosso potencial, trabalhar nossa autoestima e ter coragem de lutar pelo novo. Aquilo que tanto buscamos para a realização pessoal.

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